Segunda-feira, Julho 13

A casa era uma casa brasileira, sim...

Nos últimos seis meses, vira e mexe, o assunto é sempre o mesmo: o apartamento novo do casal, apelidado carinhosamente por Daniela Huebra de Casa Rosa. Acredito que até a última prestação, daqui a 20 anos, já tenhamos concluído todas as vontades: “A gente transforma a dependência em escritório, esse quarto vira suíte, derruba aqui, puxa ali, transforma acolá...”. É um longo processo e um passo bem maior que nossas pernas (do que as minhas, principalmente), mas a satisfação é garantida.

Sala grande, três quartos, dependência de empregada, área de serviço, piso de madeira (fator determinante!): um luxo para os apartamentos de hoje em dia (e posso garantir, ele não é um desses apartamentos de hoje em dia).
Atualmente, a minha maior diversão tem sido imprimir significado a cada canto da casa: “Isso aqui é Larissa... Aquilo lá é Renato”. Adoro! É um momento sublime, com a mesmíssima importância que tem o anel, o contrato ou aquele “sim” majestoso, no altar.

Nosso lar. Nossa extensão. Nossa transformação.
Nascemos de novo. Dessa vez juntos.

Quarta-feira, Dezembro 3

Casamento entre jornalistas

O humor ainda vai salvar o mundo do fim do mundo.

Bolo de Cananéa e Lílian
(22 de novembro)

Quinta-feira, Outubro 30

Triiilegal!



Um feliz diálogo pelo Google Talk:

batcaverna:
14:03 O Murilo Gun mandou um e-mail para o Astier e pra mim.
14:29 Ele disse que reservaria mesa para quatro - Astier e Danielle, você e eu. Parece que o show começa às 22h - aí dá tempo de eu chegar.
14:50 A sessão é às 18h35. Beijo!

Segunda-feira, Outubro 20

Loja de departamento

Encontrar os amigos vale qualquer esforço. Até um milk shake de R$ 15!
...

Quarta-feira, Outubro 15

Dez coisas em quatro meses

- O CQC entrou em minha vida. Toda segunda-feira, na Band, a partir das 22h.


- Recebi o meu segundo diploma de curso superior: dona de casa. Comprei uma lavadora e virei a mulher mais feliz do mundo.

- Terminei “O Diário de Anne Frank”, uma leitura que eu devia desde a adolescência.

- Fiquei completamente viciada em Sex and the City. Agradeço a Janice pela apresentação. Vi todas as temporadas.

- Consegui um convite para ver o disputadíssimo 'Um Papo com Bossa', no Paulo Pontes. Adoro ouvir histórias de Vinícius e Tom: Carlinhos Lyra e Miele sabem fazer isso. Pobre da Fernanda Takai: ficou miudinha diante da Leny Andrade - que voz! Nunca gostei do Emílio Santiago.

- Minha avó fez 84 anos!

- Comprei a primeira peça do meu enxoval. Uma beleza!

- Finalmente eu e Carol vimos o primeiro DVD da trilogia O Poderoso Chefão. Um projeto que se arrastava há pelo menos dois anos.

- O Stand Up Comedy também foi uma descoberta dos últimos meses. Apesar de conhecer o Seinfeld há algum tempo, o CQC me aproximou desse tipo de 'comédia em pé!' O restaurante japonês do MAG Shopping trouxe o Murilo Gun, de Recife, para fazer dois shows por aqui. Eu e Renato não resistimos e fomos aos dois. Conseguimos arrastar Aline e Michel para o segundo. Eles também aprovaram.



- A Ksa Rock é uma gracinha. Indicado a qualquer tempo e a qualquer hora.

Quinta-feira, Junho 12

Só dá gaúcho nesse blog


Show do Kleiton e Kledir ontem, no MAG.

Terça-feira, Maio 20

Leitura dos últimos dias - Parte II

Cláudia Tajes foi uma feliz descoberta num dia de chuva. Vendo TV, parei no Canal Futura (eu acho) para ouvir a entrevista de uma escritora gaúcha muito simpática. Era ela. Dez minutos foram suficientes para substituir, imediatamente, a cama por uma livraria. Isso se eu não estivesse em Patos, é claro. Liguei, então, para minha outra metade que mora em João Pessoa: “Amor, você está no shopping? Não? Quando for, vá até a Siciliano e providencie um livro da Cláudia Tajes pra mim. Qual? Ah, sei lá... Qualquer um... Vou olhar na Internet e te ligo”.

Assim surgiu “A Vida Sexual da Mulher Feia”, que entrou na minha lista em dezembro, mas só agora, morando novamente em João Pessoa, consegui finalmente ler. Por outro lado, foi de uma tacada só. Uma fila de banco e algumas horas no ônibus, indo e voltando do trabalho, foram suficientes.
No livro da Cláudia, o trágico e o cômico caminham lado a lado. É leve e muito engraçado. Ela escreve tão bem sobre o assunto que não parece ser a mulher linda que é.

“(...) Eu sou aquela que muda o cabelo e sempre fica pior, que sai de roupa nova e ninguém repara, que passa festas inteiras fingindo que dança com os amigos, quando na verdade está dançando sozinha (...)”

Tajes, Cláudia. A Vida Sexual da Mulher Feia. Rio de Janeiro: Agir, 2005.